Como bem disse Lavosier "Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma".
A produção de álcool é mais uma dessas transformações da natureza. Os primeiros relatos de produção de bebidas alcoólicas datam de remotos 6000 anos atrás. Nessa época, não se entendia os mecanismos envolvidos nessa produção (o mais importante era ter uma biritinha mesmo).
Então, de onde vem o álcool?
Basicamente, alguns microrganismos (leveduras, por exemplo) são capazes de realizar o que chamamos de "fermentação alcoólica".
Como podemos imaginar, as leveduras precisam consumir algo para crescer e se reproduzir, como qualquer célula viva que não faça fotossíntese.
Em uma situação onde o oxigênio é abundante e a comida é farta, as leveduras não produzem etanol. O oxigênio é uma molécula essencial para fechar o ciclo de consumo do açúcar , sem ele a levedura nao consegue reciclar substâncias que precisa para viver e não pode continuar se alimentando e se multiplicando.
Logo, em um ambiente onde existe comida, mas falta oxigênio, essa reciclagem fica ameaçada. Mas a levedura (e outros microrganismo) possuem uma opção para burlar a ausência de oxigênio e ainda assim reciclar o que precisa para viver.

Aqui entra a produção do álcool. O álcool é o produto final da via de consumo do açúcar quando a levedura está na ausência de oxigênio.
Em outras palavras, quando a levedura se alimenta do caldo de cana na ausência de oxigênio ela excreta álcool no meio ao seu redor.
Esse processo pode acontecer de forma bem rápida com glicose ou sacarose de qualquer origem. A fermentação alcoólica nas usinas brasileiras duras em média de 6-8 horas.
Essa é uma tecnologia de certa forma bem simples e conhecida a milhares de anos. Claro que no Brasil houver aperfeiçoamento na produtividade e etc. Mas nossa maior vantagem mesmo é ter um clima favorável e grande disponibilidade de terra para a plantação da cana, o que nos colocou em uma posição de destaque.... Ou então, qualquer um desses países ricos sedentos pelo nosso etanol já estariam fazendo isso!
A produção de álcool é mais uma dessas transformações da natureza. Os primeiros relatos de produção de bebidas alcoólicas datam de remotos 6000 anos atrás. Nessa época, não se entendia os mecanismos envolvidos nessa produção (o mais importante era ter uma biritinha mesmo).
Então, de onde vem o álcool?
Basicamente, alguns microrganismos (leveduras, por exemplo) são capazes de realizar o que chamamos de "fermentação alcoólica".
Como podemos imaginar, as leveduras precisam consumir algo para crescer e se reproduzir, como qualquer célula viva que não faça fotossíntese.
Em uma situação onde o oxigênio é abundante e a comida é farta, as leveduras não produzem etanol. O oxigênio é uma molécula essencial para fechar o ciclo de consumo do açúcar , sem ele a levedura nao consegue reciclar substâncias que precisa para viver e não pode continuar se alimentando e se multiplicando.
Logo, em um ambiente onde existe comida, mas falta oxigênio, essa reciclagem fica ameaçada. Mas a levedura (e outros microrganismo) possuem uma opção para burlar a ausência de oxigênio e ainda assim reciclar o que precisa para viver.

Aqui entra a produção do álcool. O álcool é o produto final da via de consumo do açúcar quando a levedura está na ausência de oxigênio.
Em outras palavras, quando a levedura se alimenta do caldo de cana na ausência de oxigênio ela excreta álcool no meio ao seu redor.
Esse processo pode acontecer de forma bem rápida com glicose ou sacarose de qualquer origem. A fermentação alcoólica nas usinas brasileiras duras em média de 6-8 horas.
Essa é uma tecnologia de certa forma bem simples e conhecida a milhares de anos. Claro que no Brasil houver aperfeiçoamento na produtividade e etc. Mas nossa maior vantagem mesmo é ter um clima favorável e grande disponibilidade de terra para a plantação da cana, o que nos colocou em uma posição de destaque.... Ou então, qualquer um desses países ricos sedentos pelo nosso etanol já estariam fazendo isso!

